Há alguns pequenos cuidados que devemos ter quando carregamos os nossos pequenos connosco:
- não se deve usar babygrow (pelo menos justo) uma vez que o tecido sobe e acaba por fazer pressão nos pezinhos dos bebés, fazendo com que se sintam desconfortáveis, com que comecem a esticar-se, tornando o carregar extremamente difícil e perigoso
- uma vez que o babywearing implica camadas de roupa e contacto corpo a corpo
usar quantidade de roupa adequada
- não de deve praticar babywearing em desportos de impacto
- não se deve utilizar o babywearing no carro
-----tópico em actualização-----
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quinta-feira, 16 de março de 2017
Cuidados no Babywearing
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terça-feira, 7 de março de 2017
Malefícios dos marsupios
Já sabemos quais as diferenças entre babywearing e marsupios.
Mas sabemos ao certo o que implica o uso dos marsúpios? Quais os malefícios reais deles? Porque não os devemos usar de todo?
Para os bebés:
* potencia os problemas de displasia da anca (como as pernas ficam penduradas, o fémur fica sem suporte para o manter conectado com a anca por forma a "solidificar" no local certo)
Necessitando de aparelhos para corrigir ou emendar os danos causados ou hereditários. (aqui, os porta bebés ergonómicos cumprem a função ajudando a evitar este tipo de problemas. há até mães que são liberadas do uso dos aparelhos quando carregam os bebés "no babywearing")
* o peso dos bebés incide nos genitais - não me consigo imaginar assim, nem o enorme desconforto que isso causa.... danos: dormência, formigueiro, dor insuportável, inflamação dos genitais, dificuldade em permitir o natural desenvolvimento e "descida" dos testículos dos rapazes
* elimina o respeito pela curvatura natura da coluna dos bebés, colocando uma superfície rija a endireitar a sua coluna.
* não fornece o apoio necessário à cervical dos bebés, nem é adaptável ao seu crescimento e tamanho - inúmeras vezes os bebés "dançam" dentro dos marsúpios.
Para o carregador
* deficiente distribuição do peso pelas costas do carregador - levando a dores localizadas num curto espaço de tempo - geralmente nos ombros e na zona lombar
* obriga a compensações da postura para manter o ponto de equilíbrio, levando a posições pouco ergonómicas do carregador
* o bebé fica demasiado baixo (longe da distância de um beijinho), fazendo descer o centro de gravidade
Slingaê
sábado, 4 de março de 2017
Bebé virado ao mundo? não obrigada
Há imensos porta bebés que colocam na sua publicidade o "virar a criança para a frente" como um ponto de vantagem face a outros.
Mas o facto de virar a criança de costas para nós implica:
- eliminação da ergonomia, conforto e respeito pela curvatura natural da coluna do bebé
- alteração do porto de equilíbrio do carregador, obrigando a compensações pela postura para "ajudar" a manter o equilíbrio, potenciando o risco de queda
- excesso de estímulos visuais, sonoros, ambientais, para os quais os bebés não se conseguem proteger - levando ao shutdown (erradamente considerando calmia e agrado do bebé)
- o bebé não pode adormecer confortavelmente
- não potencia o desenvolvimento social do bebé por interacção com o adulto e/ou entendimento do meio
- não respeita os princípios básicos do babywearing
Para os bebés curiosos o babywearing aconselha portes na anca ou nas costas :)
Imagens
http://mamaedoula.blogspot.pt/2015/06/regras-de-seguranca-basicas-para-o-uso.html
http://1.bp.blogspot.com/-0bkYGzhfLXE/VdsrZ6A6FcI/AAAAAAAAE2Q/rRTg8Z2sSNo/s1600/facingout.jpg
Mas o facto de virar a criança de costas para nós implica:
- eliminação da ergonomia, conforto e respeito pela curvatura natural da coluna do bebé
- alteração do porto de equilíbrio do carregador, obrigando a compensações pela postura para "ajudar" a manter o equilíbrio, potenciando o risco de queda
- excesso de estímulos visuais, sonoros, ambientais, para os quais os bebés não se conseguem proteger - levando ao shutdown (erradamente considerando calmia e agrado do bebé)
- o bebé não pode adormecer confortavelmente
- não potencia o desenvolvimento social do bebé por interacção com o adulto e/ou entendimento do meio
- não respeita os princípios básicos do babywearing
Para os bebés curiosos o babywearing aconselha portes na anca ou nas costas :)
Imagens
http://mamaedoula.blogspot.pt/2015/06/regras-de-seguranca-basicas-para-o-uso.html
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segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017
Babywearing VS Marsúpio / Canguru
Acho que toda a gente conhece os marsupios, ou os cangurus, vendem-se em qualquer loja de puericultura.
Mas é sem duvida um mau exemplar para o transporte das nossas crianças juntinhas a nós.
Existe uma série de pontos que devemos respeitar na fisionomia e ergonomia dos nossos bebés.
Há problemas que podem ser agravados com o uso de marsupios:
- displasia da anca
- inflamações na área genital
Os cangurus permitem uma postura anti-fisiológica dos bebes, nas quais as pernas ficam penduradas gerando uma postura da coluna inadequada, distribuição de peso incorrecta e perigosa, pois a base de apoio recai nos genitais do bebe.
Além desses factores, os pais só deverão usá-lo depois da criança aprender a sentar. Informação que não é transmitida correctamente, uma vez que os marsupios informam que podem ser usados desde o nascimento.
Há imensos marsupios que alegam que são ergonómicos e até reconhecidos pelo “International Hip Dysplasia Institute”, mas realmente a ergonomia não se prende apenas à anca.
Há imensos marsupios que alegam que são ergonómicos e até reconhecidos pelo “International Hip Dysplasia Institute”, mas realmente a ergonomia não se prende apenas à anca.
Com o crescimento do bebé a coluna vai ganhando suporte e capacidade de segurar a cabeça, assim como "endireitando". Assim é de todo fundamental respeitar a sua curvatura natural para que não existam problemas na coluna posteriormente.
O babywearing tem uma solução de carregar os bebés exactamente adequada a cada criança e fase de crescimento, respeitando sempre a postura fisiológica, . Há soluções que acompanham o bebé desde que sai da maternidade até não querer mais colo.
Artigo recente da Red Canguro (Associação Espanhola para o Incentivo ao Uso dos Carregadores de Bebê) revela que tanto a coluna como o quadril do bebê são “respeitados” pelo sling, pois a postura rã na qual o bebê senta com as pernas abertas com 45° em relação ao eixo corporal, quadril flexionado e joelhos ligeiramente superiores ao rabiosque, permitem que a cabeça do fêmur tenha um encaixe perfeito no acetábulo do quadril contribuindo até mesmo para o tratamento de displasia leves de quadril.
O babywearing assume como fundamental o apoio de joelho a joelho do porta bebe, o respeito pela curvatura natural da coluna, a posição em Sapinho ou com as perninhas em "M" para maior ergonomia e conforto.
O babywearing assume como fundamental o apoio de joelho a joelho do porta bebe, o respeito pela curvatura natural da coluna, a posição em Sapinho ou com as perninhas em "M" para maior ergonomia e conforto.
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