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terça-feira, 7 de março de 2017

Malefícios dos marsupios


Mas sabemos ao certo o que implica o uso dos marsúpios? Quais os malefícios reais deles? Porque não os devemos usar de todo?


Para os bebés:

* potencia os problemas de displasia da anca (como as pernas ficam penduradas, o fémur fica sem suporte para o manter conectado com a anca por forma a "solidificar" no local certo)




Necessitando de aparelhos para corrigir ou emendar os danos causados ou hereditários. (aqui, os porta bebés ergonómicos cumprem a função ajudando a evitar este tipo de problemas. há até mães que são liberadas do uso dos aparelhos quando carregam os bebés "no babywearing")



* o peso dos bebés incide nos genitais - não me consigo imaginar assim, nem o enorme desconforto que isso causa.... danos: dormência, formigueiro, dor insuportável, inflamação dos genitais, dificuldade em permitir o natural desenvolvimento e "descida" dos testículos dos rapazes



* elimina o respeito pela curvatura natura da coluna dos bebés, colocando uma superfície rija a endireitar a sua coluna. 

* não fornece o apoio necessário à cervical dos bebés, nem é adaptável ao seu crescimento e tamanho - inúmeras vezes os bebés "dançam" dentro dos marsúpios.


Para o carregador

* deficiente distribuição do peso pelas costas do carregador - levando a dores localizadas num curto espaço de tempo - geralmente nos ombros e na zona lombar

* obriga a compensações da postura para manter o ponto de equilíbrio, levando a posições pouco ergonómicas do carregador

* o bebé fica demasiado baixo (longe da distância de um beijinho), fazendo descer o centro de gravidade


Slingaê

sábado, 4 de março de 2017

Bebé virado ao mundo? não obrigada

Há imensos porta bebés que colocam na sua publicidade o "virar a criança para a frente" como um ponto de vantagem face a outros.

Mas o facto de virar a criança de costas para nós implica:

- eliminação da ergonomia, conforto e respeito pela curvatura natural da coluna do bebé



- alteração do porto de equilíbrio do carregador, obrigando a compensações pela postura para "ajudar" a manter o equilíbrio, potenciando o risco de queda



- excesso de estímulos visuais, sonoros, ambientais, para os quais os bebés não se conseguem proteger - levando ao shutdown (erradamente considerando calmia e agrado do bebé)

- o bebé não pode adormecer confortavelmente

- não potencia o desenvolvimento social do bebé por interacção com o adulto e/ou entendimento do meio

- não respeita os princípios básicos do babywearing


Para os bebés curiosos o babywearing aconselha portes na anca ou nas costas :)


Imagens 
http://mamaedoula.blogspot.pt/2015/06/regras-de-seguranca-basicas-para-o-uso.html
http://1.bp.blogspot.com/-0bkYGzhfLXE/VdsrZ6A6FcI/AAAAAAAAE2Q/rRTg8Z2sSNo/s1600/facingout.jpg

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Pouch Sling

O pouch sling é provavelmente um dos porta bebés, a seguir ao marsupio, que entra nas primeiras opções das mamãs.

É também dos porta bebés mais mal utilizados, uma vez que é sugerida a posição horizontal como forma de transporte dos nossos bebés, e esta não é de todo recomendável.




Assim fica a informação de que nunca deve ser usado na horizontal porque:

* não respeita as posições fisiológicas do bebe

* força a coluna em curva não confortável



Tem as suas limitações:

* há risco de sufocamento, por colocar o queixo do bebé encostado ao peito, o que pode levar ao bloqueio das vias respiratórias e consequente sufoco. (há países onde este porta bebés está proibido de venda devido a muitos casos destes)

* precisa sempre de uma mão a apoiar a criança

* deve ser usada a posição sentada. Aconselho a posição na anca

* Não deve ser usado ás costas, não deve ser usado com a criança para a frente.

* quando bem colocado este sling distribui bem o peso nas costas

* é feito à medida, não permite ajustes para vários utilizadores

* é um sistema prático de colocar e tirar em qualquer sítio ou ocasião e para saídas curtas

* Aconselhado usar apenas quando a criança souber sentar



quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Os porta bebés

O babywearing apresenta vários tipos de carregadores, todos ergonómicos e mais ou menos indicados para cada fase de desenvolvimento da criança.


Em lista temos:
podem consultar vídeos dos porta bebes aqui

I Pano elástico mais info aqui
- tecido com elasticidade em todos os sentidos
- desde o nascimento até aproximadamente 7kg
- portes à frente

II Pano não elástico mais info aqui
- tecido apenas com ligeira elasticidade diagonal
- desde nascimento até a criança não querer ser carregada
- portes à frente, anca e costas
- super versátil, fresco, duradouro
- parece mais difícil do que é na realidade

III Sling de Argolas mais info aqui
- tecido não elástico com duas argolas numa das extremidades
- desde nascimento até a criança não querer ser carregada 
- pode deixar de ser confortável para grandes caminhadas devido ao apoio de um ombro
- portes à frente, anca e costas
- super prático, rápido, fácil, leve
- para o dia-a-dia é muito bom
- o melhor porta bebes para prematuros

IV Mei tai mais info aqui
- "mochila" de tecido com pontas de atar
- ideal usar depois da criança ter suporte na cabeça
- portes à frente, anca e costas
* existem mei tai evolutivos
- para os bebés pequenos os evolutivos podem ser uma opção, caso os pais não desejem nem pano nem sling de argolas
- o ponto de apoio das alças vão ao rabinho do bebé, não colocando pressão na coluna

V Mochila 
- "mei tai" com fivelas
- ideal usar depois da criança saber sentar
- portes à frente, anca e costas
* existem mochilas evolutivas ou com redutores
- mesmo as mochilas evolutivas, para os bebés pequenos, tem o ponto de apoio das alças que vão á coluna, o que pode levar a criar uma pressão e anular a curvatura natural da coluna

VI Pouch Sling mais info aqui
- tecido em forma de bolsa
- deve ser feito por medida
- ideal usar depois da criança saber sentar
- exige sempre um apoio à criança
- portes à frente e anca

VII Onbuhimo
- mochila para portes às costas 
- para crianças maiores

VIII Podaegui
- parecido com o mei tai

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Babywearing VS Marsúpio / Canguru

Acho que toda a gente conhece os marsupios, ou os cangurus, vendem-se em qualquer loja de puericultura. 

Mas é sem duvida um mau exemplar para o transporte das nossas crianças juntinhas a nós.


Existe uma série de pontos que devemos respeitar na fisionomia e ergonomia dos nossos bebés.

Como dá para ver, no marsupio a criança fica pendurada pelas virilhas, no babywearing, seja qual for a sua opção, a criança fica sentada e apoiada ate aos joelhos de forma ergonómica, fisiológica, confortável e segura.

Há problemas que podem ser agravados com o uso de marsupios:

- displasia da anca
- inflamações na área genital



Os cangurus permitem uma postura anti-fisiológica dos bebes, nas quais as pernas ficam penduradas gerando uma postura da coluna inadequada, distribuição de peso incorrecta e perigosa, pois a base de apoio recai nos genitais do bebe.

Além desses factores, os pais só deverão usá-lo depois da criança aprender a sentar. Informação que não é transmitida correctamente, uma vez que os marsupios informam que podem ser usados desde o nascimento.

Há imensos marsupios que alegam que são ergonómicos e até reconhecidos pelo  “International Hip Dysplasia Institute”, mas realmente a ergonomia não se prende apenas à anca.




Com o crescimento do bebé a coluna vai ganhando suporte e capacidade de segurar a cabeça, assim como "endireitando". Assim é de todo fundamental respeitar a sua curvatura natural para que não existam problemas na coluna posteriormente.

O babywearing tem uma solução de carregar os bebés exactamente adequada a cada criança e fase de crescimento, respeitando sempre a postura fisiológica, . Há soluções que acompanham o bebé desde que sai da maternidade até não querer mais colo. 









Artigo recente da Red Canguro (Associação Espanhola para o Incentivo ao Uso dos Carregadores de Bebê) revela que tanto a coluna como o quadril do bebê são “respeitados” pelo sling, pois a postura rã na qual o bebê senta com as pernas abertas com 45° em relação ao eixo corporal, quadril flexionado e joelhos ligeiramente superiores ao rabiosque, permitem que a cabeça do fêmur tenha um encaixe perfeito no acetábulo do quadril contribuindo até mesmo para o tratamento de displasia leves de quadril.


O babywearing assume como fundamental o apoio de joelho a joelho do porta bebe, o respeito pela curvatura natural da coluna, a posição em Sapinho ou com as perninhas em "M" para maior ergonomia e conforto.


Imagens retiradas da internet